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Refinanciamento de imóvel: quando ele faz sentido para empresas?

Resumo do conteúdo: Este artigo explica a diferença entre refinanciamento de imóvel e home equity e apresenta o crédito com garantia de imóvel como alternativa para empresas que precisam de recursos. O texto detalha como funciona essa modalidade, em quais situações ela pode fazer sentido e quais fatores considerar antes da contratação, como custo, prazo e capacidade de pagamento.


Buscar crédito para expandir as operações, reorganizar dívidas ou reforçar o caixa é natural em empresas de diferentes portes. Entre as alternativas disponíveis, o empréstimo com garantia de imóvel (home equity) pode ser uma opção de longo prazo para quem pesquisa por refinanciamento de imóvel.

Nessa modalidade, a empresa utiliza um imóvel como garantia para acessar recursos com condições geralmente mais competitivas do que as oferecidas por outras linhas de crédito. Antes de contratar, porém, é fundamental entender como ela funciona e avaliar se faz sentido para as necessidades e capacidade de pagamento do negócio.

Quer descobrir a diferença entre refinanciamento de imóvel e home equity e quando essas alternativas podem ser consideradas? Continue a leitura deste artigo!

Refinanciamento de imóvel e home equity: qual é a diferença?

O refinanciamento de imóvel é a renegociação de um financiamento imobiliário existente. Ele oferece a possibilidade de rever condições como prazo e taxas de juros, conforme o acordo com a instituição financeira.

Já o home equity, também chamado de empréstimo com garantia de imóvel, é uma modalidade de crédito em que a empresa oferece um imóvel próprio ou pertencente aos sócios como garantia para obter recursos. O dinheiro pode ser destinado a diferentes necessidades, de acordo com as condições contratadas.

Se o imóvel oferecido como garantia ainda estiver financiado, o saldo devedor da operação existente será quitado na estruturação do home equity. Ao utilizar um imóvel como garantia, a alternativa pode oferecer taxas de juros mais baixas e prazos mais longos do que linhas de crédito sem garantia real.

O processo começa com uma avaliação do bem pela instituição financeira. Ela define a quantia a ser liberada, considerando fatores como:

  • localização;
  • estado de conservação;
  • valor de mercado.

O imóvel permanece na posse da empresa ou dos sócios durante a vigência do contrato, permitindo seu uso normal. No entanto, ele fica vinculado à operação por meio da alienação fiduciária até a quitação da dívida.

Quando o home equity faz sentido para empresas?

A escolha de uma linha de crédito depende de fatores como a finalidade dos recursos, o prazo desejado, o custo total da operação e a capacidade de pagamento da empresa. Para negócios que precisam de recursos e têm um imóvel disponível para oferecer como garantia, o home equity pode ser uma alternativa a avaliar.

Veja cenários em que essa modalidade tende a fazer mais sentido!

Captação de valores mais altos

The empréstimo com garantia de imóvel pode ser considerado para captações de valores mais altos. A presença da garantia tende a influenciar as condições da operação, conforme a análise de crédito, por permitir reduzir o risco para a instituição financeira.

Esse cenário é estratégico para negócios que buscam aportes maiores para fazer investimentos pontuais. Alguns exemplos são a compra de máquinas, a ampliação de uma unidade produtiva ou a estruturação de novas frentes de operação.

Imagine uma indústria que precisa de R$ 500 mil para renovar o maquinário. No home equity, há como distribuir o pagamento ao longo do prazo contratado. Nesse contexto, a empresa deve avaliar se as parcelas são compatíveis com seu fluxo de caixa.

Reorganização de dívidas de curto prazo

O home equity também pode ser avaliado em situações envolvendo a reorganização de dívidas. Empresas com compromissos de juros altos, como os do cheque especial, têm a possibilidade de usar a operação para consolidar dívidas em uma única linha.

Ela pode oferecer taxa menor e prazo mais longo, de acordo com a negociação. A consolidação pode reduzir o valor mensal comprometido com o pagamento das pendências. A medida permite liberar parte do fluxo de caixa para outras prioridades, como fornecedores, folha de pagamento ou novos investimentos.

Desse modo, trocar diversas dívidas de curto prazo por uma única linha facilita o planejamento dos meses seguintes.

Capital para projetos de médio e longo prazo

O prazo desse tipo de crédito pode ser compatível com o investimento necessário para projetos com retorno esperado em horizontes maiores, como expansão de operações ou abertura de filial. Linhas de crédito com prazos curtos nem sempre acompanham esse ritmo de maturação.

Como o retorno desses projetos costuma ser gradual, uma linha de curto prazo pressiona o caixa antes mesmo de o investimento se pagar. Logo, vale alinhar o prazo do crédito ao tempo estimado de maturação do projeto.

O que analisar antes de contratar?

Antes de optar pelo home equity, a empresa deve avaliar sua capacidade de pagamento, considerando o prazo de quitação. Como o imóvel fica vinculado à operação, a inadimplência pode resultar na perda do bem oferecido em garantia.

Também é importante simular taxas e prazos variados, considerando o impacto das parcelas no fluxo de caixa. Prazos mais longos podem reduzir o custo mensal comprometido, mas aumentar o total pago ao longo do contrato.

Por fim, compare as condições oferecidas por diferentes linhas de crédito antes de fechar o contrato. Taxas, percentual liberado em relação ao valor do imóvel, CET (Custo Efetivo Total) e prazos variam, impactando o custo final do crédito para a empresa.

Por exemplo, para necessidades pontuais e de menor valor, outras linhas de crédito podem ser mais adequadas, pois permitem acesso a recursos sem o uso do bem como garantia.

Vale saber que o Banco Fibra atua há mais de 36 anos apoiando empresas, inclusive por meio do empréstimo com garantia de imóvel, oferecido em parceria com a CashMe. Nosso home equitycontempla crédito de R$ 50 mil a R$ 25 milhões, com prazo de pagamento de até 240 meses.

Neste conteúdo, você viu a diferença entre refinanciamento de imóvel e home equity e entendeu como o crédito com garantia de imóvel pode ser utilizado por empresas. Avaliar a finalidade dos recursos, o prazo e a capacidade de pagamento do negócio ajuda a identificar se a modalidade faz sentido para o negócio.

Quer aprender mais sobre essa solução de crédito? Entenda como o home equity se diferencia de outras linhas!

Crédito com Garantia de Imóvel administrado pela CashMe Soluções Financeiras S.A. (“CashMe”), empresa parceira do Banco Fibra. O Cliente tem ciência de que a contratação será realizada com a CashMe, sendo o Banco Fibra o canal de divulgação e acesso à oferta. Sujeito à análise de crédito e demais condições do produto.

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